domingo, 17 de julho de 2011

Dança super sensual!





E não é mentira, a dança do ventre é sim super sensual!


Exatamente pelo fato dela ser sensual é que não podemos levar para qualquer lugar e nem para qualquer público, pois as pessoas poderão interpretar de forma errada e não como arte.


Bailarina ou Dançarina? Qual é o certo quando vamos nos dirigir a uma mulher que faz dança do ventre?


Teoricamente "Bailarina" e "Dançarina", são as mesmas coisas, tem o mesmo significado, porém aqui no Brasil (só aqui mesmo), se usarmos o termo "Dançarina", logo irá na mente das pessoas aquelas moças que ficam dançando em boate ou coisa do tipo, por isso nós bailarinas gostamos de usar o termo "Bailarina" para nossa profissão (não sei se vai ser a minha), pois impõem mais respeito.


Como bailarina, aprendo muito com a dança do ventre, inclusive a cultura da mesma. Então separei um texto onde conta a história da Dança do Ventre para vocês caros leitores saber de onde surgiu essa arte da dança tão  aclamada por onde quer que passe! 
Afinal, conhecimento nunca é demais! 


Dança do Ventre

Etimologicamente, o termo é a tradução do inglês americano Bellydance, e do árabe Raqs Sharqi - literalmente Dança do Leste.

A Dança do Ventre é uma dança do Período Matriarcal, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que em sua forma primitiva era considerada um ritual sagrado. Sua origem data de 700 anos atrás, relacionada aos cultos primitivos da Deusa-Mãe: provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos de seu cerimonial (Portinari, 1989).

Suas manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães (Penna, 1997).

Sua origem é controversa. É comum atribuir sua origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática. É possível que alguns de seus movimentos, como as ondulações abdominais, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. Com o tempo, foi incorporada ao folclore árabe durante a invasão moura no país, na Idade Média. Não há, contudo, registros em abundância de sua evolução na Antiguidade.

Tecnicamente, seus movimentos são marcados pelas ondulações abdominais, de quadril e tronco isoladas ou combinadas, ondulações de braços e mãos, tremidos e batidas de quadril (shimmies), entre outros. Segundo a pesquisadora norte-americana Morroco, as ondulações abdominais consistem na imitação das contrações do parto: tribos do interior do Marrocos realizam ainda hoje, rituais de nascimento, em que as mulheres se reúnem em torno da parturiente com as mãos unidas, e cantando, realizam as ondulações abdominais a fim de estimular e apoiar a futura mãe a ter um parto saudável, sendo que a futura mãe fica de pé, e realiza também os movimentos das ondulações com a coluna. Estas mulheres são assim treinadas desde pequenas, através de danças muito semelhantes à Dança do Ventre.



Ao longo dos anos, sofreu modificações diversas, inclusive com a inclusão dos movimentos do ballet clássico russo em 1930.



Dentre os estilos mais estudados estão os estilos das escolas:

Dança do Ventre - Egípcia: manifestações sutis de quadril, domínio de tremidos, deslocamentos simplificados adaptados do Ballet Clássico, movimentos de braços e mãos simplificados;

Dança do Ventre - Norte-americana: manifestações mais intensas de quadril, deslocamentos amplamente elaborados, movimentos do Jazz, utilização de véus em profusão, movimentos de mãos e braços mais bem explorados;

Dança do Ventre - Libanesa: com shimmies mais amplos e informais, seguidos de deslocamentos muito simplificados.

A Dança do Ventre no Brasil sua prática revela uma tendência de copiar os detalhes de cada cultura, para fins de estudo e aumento de repertório. O estilo brasileiro tem se revelado ousado, comunicativo, bem-humorado, rico e claro no repertório de movimentos.

Tendo sido influenciada por diversos grupos étnicos do Oriente, absorveu os regionalismos locais, que lhe atribuíam interpretações com significados regionais. Surgiam desta forma, elementos etnográficos bastante característicos, como nomes diferenciados, geralmente associados à região geográfica em que se encontrava; trajes e acessórios adaptados; regras sobre celebrações e casamentos; elementos musicais criados especialmente para sua nova forma; movimentos básicos que modificaram a postura corporal e variações da dança. Nasce então, a Dança Folclórica Árabe.

A dança começou a adquirir o formato atual, a partir de maio de 1798, com a invasão de Napoleão Bonaparte ao Egito, quando recebeu a alcunha Danse du Ventre pelos orientalistas que acompanhavam Napoleão. Porém, durante a ocupação francesa no Cairo, muitas dançarinas fogem para o Ocidente, pois a dança era considerada indecente, o que leva à conclusão de que conforme as manifestações políticas e religiosas de cada época, era reprimida ou cultuada: o Islamismo, o Cristianismo e conquistadores como Napoleão Bonaparte reprimiram a expressão artística da dança por ser considerada provocante e impura.

A Dança do Ventre, por não ter sido, em origem, uma dança moldada para o palco, não apresenta regulações quanto ao seu aprendizado. Os critérios de profissionalismo são subjetivos, tanto no ocidente quanto nos países árabes, embora já comecem a ser discutidos no Brasil.

Na passagem para o formato de palco, determinados elementos cênicos foram incorporados, principalmente no Ocidente:








Outros Estilos

Dança do Ventre - Taças: Variação ocidental da dança com candelabro.Dança do Ventre - Espada: Sua origem é nebulosa e não necessariamente atribuída á cultura egípcia ou árabe, sendo explicada por várias lendas e suposições. O que é certo, porém, é que a bailarina que deseja dançar com a espada, precisa demonstrar calma e confiança ao equilibra-la em diversas partes do corpo; Pontos de equilíbrio mais comuns: cabeça, queixo, ombro, quadril e coxa; Também é considerado um sinal de técnica executar movimentos de solo durante a música;

Dança do Ventre - Punhal: Variação da dança com a espada, também sem registro de uso nos países árabes. O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos;

Dança do Ventre - Véus: Ao contrário do que se pensa, é uma dança de origem ocidental norte-americana, tendo sido, portanto, criada há pouco tempo, ao contrário das danças folclóricas. Hoje é uma dança extremamente popular, e mesmo os leigos na Dança do Ventre costumam entende-la e apreciá-la.

Dança do Ventre - Candelabro (shamadan): Elemento original egípcio, o candelabro era utilizado no cortejo de casamento, para iluminar a passagem dos noivos e dos convidados. Dança-se, atualmente, como uma representação deste rito social, utilizando o ritmo zaffa.

 Dança do Ventre - Khaligi: Dança genérica dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.

Dança do Ventre - Jarro: Representa o trajeto das mulheres em busca da água. Marcada também pelo equilíbrio.
Dança do Ventre - Säidi: Dança do sul do Egito, podendo ser dançada com o bastão (no ocidente, bengala).

Dança do Ventre - Hagallah: Originária de Marsa Matruh, na fronteira com o deserto líbio.

Dança do Ventre - Meleah laff: representação do cotidiano portuário egípcio de Alexandria. As mulheres trajam um pano (meleah) enrolado (laff) no corpo.

As danças folclóricas normalmente retratam os costumes ou rituais de certa região de e por isso são utilizadas roupas diferentes das de dança do ventre clássica. 



Fonte: http://www.dancealmha.com/danca-do-ventre.htm

terça-feira, 12 de julho de 2011

Que a verdade seja dita!



Esta imagem á cima, na minha opinião é como as pessoas deveriam curtir o seu som, sem incomodar ao próximo.

De um momento para o outro, as cercas de 500 pessoas com fones de ouvido começam a dançar, aos poucos a galera vai se soltando mais e a dança começa a ficar boa, enquanto isso, quem está de fora só pode ficar rindo mesmo, já que não conseguem ouvir a música que está tocando. Matéria Completa Evento realizado em 2008, origem da imagem.

Significado dos fones de Ouvido

Auscultadores (português europeu) ou fones de ouvido (português brasileiro) (chamados ainda de auriculares e headphones) são as palavras geralmente usadas para se referir a auriculares e são pequenos Altifalantes ( altifalante (português europeu) ou alto-falante (português brasileiro) )para audição direta na cabeça do ouvinte. A finalidade é proporcionar uma audição privada, quando não se puder ouvir som pelas caixas acústicas, ou ainda minimizando as interferências de outras fontes sonoras que estejam sendo reproduzidas simultaneamente no mesmo recinto.


Por que o ser humano insiste em ser inconveniente?

        Não há coisa mais ridícula e irritante pessoas que não sabem ou ignoram a existência de fones de ouvido. 
Você sai do trabalho, a única coisa que quer é pegar o ônibus e chegar ao local destino, na paz. Mas sempre tem um engraçadinho ignorante, que tem que ligar sua caixinha de abelha e colocar para todos ouvirem, alguém pediu para ouvir música? Não né!
      O pior que é esses seres, se acham os donos do mundo e tem a plena certeza que somos obrigados a ouvir o lixo que tocam em suas caixinhas, celulares. 
Não custa nada tem um pouco de senso e aprender a usar certas coisas em lugares adequados, deixem para escutar o “som” de vocês quando estiverem sozinhos no quarto ou no banho, mas no ônibus ou lugar público não!

     Daqui um tempo vamos ter que usar protetores de ouvido para sair nas ruas e ter um pouco de silêncio.

Fim de Post!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fones_de_ouvido

sábado, 9 de julho de 2011

Chorando com arte!



Antes de mais nada, peguei esse post de um outro blog, do meu colega  Dando Pitacos
Sou apaixonada por fotografia e não pude de deixar de compartilhar isso com vocês, leitores.
Fico impressionada como que com cada momento, seja ele feliz ou triste, fúria ou tranquilidade, amor ou ódio, consegue se fazer arte! 


Jill Greenberg, fotógrafa norte-americana, nasceu em Montreal – Canadá, em julho de 1967, e cresceu em um subúrbio de Detroit. Formou-se em fotografia, no ano de 1989, na Rhode Island School of Design. Foi morar em Nova Iorque, mudando depois para Los Angeles, onde se casou.

Greenberg fez diversos trabalhos comerciais para empresas como a Philip Morris, Microsoft, Compaq, Polaroid, Dreamworks, Sony Pictures, Paramount Pictures,MGM, Disney, Fox, Coca-Cola, Pepsi, Smirnoff, MTV, Warner Bros, Sony Music e Atlantic Records. Suas fotografias já foram publicadas nas capas de revistas como a Time, TV Guide, Newsweek, E.U. News and World Report, Wired, Entertainment Weekly, entre inúmeras outras.

Sua obra já foi caracterizada em Harper's, The New Yorker, The New Republic e várias outras publicações, além de mostrada em ClampArt, em Nova York, e Fahey/Klein em Los Angeles. Suas obras já foram exibidas em Adelaide, na Austrália, São Francisco, Chicago e diversas outras cidades.

Greenberg's End Times, uma série de fotografias mostrando toddlers, porém, foi objeto de enorme controvérsia, já que o trabalho incluiu estilizados hiper real close do rosto de crianças contorcido por algum tipo de angústia emocional, que teriam sido conseguidos através de método pouco convencional como a oferta de doces que depois teriam sido arrancados das mãos das crianças, o que fez surgir diversas alegações de conduta antiética e deu causa ao surgimento de inúmeras reclamações nas galerias de arte pública responsáveis pela organização da mostra de trabalhos de Greenberg.

Deixando de lado a polêmica, até porque não se sabe se ela é verídica ou não, vamos admirar as fotos, que apesar das carinhas de choro das crianças, são espetaculares.

































quinta-feira, 30 de junho de 2011

50 coisas sobre a Chrisian!




Então vamos continuar a brincadeira!

1 – Sou chata
2 – Amo a dança, é uma forma de expressar o que sinto
3 – Adoro malhar
4 – Procuro estudar, sobre tudo o que me interessa 
5 – Costuro
6 – Desenho
7 – Fico horas editando fotos
8 – Tenho 3 gatos 
9 – Odeio silêncio, silêncio eu quero quando estou sozinha
10- Tenho cabelos longos , ondulados e negros 
11 – Já fui ruiva! 
12 – Adorava ir ao cemitério (não tinha o que fazer) 
13 – Sou soprano (cantava em um coral) 
14 – Sou dorminhoca 
15 – Sou casada! 
16 – Comilona
17 – Desconfiança, isso me mata!
18 – Não me façam esperar, pois sou pontual!
19 – Fiz 1 ano de Faculdade de Recursos Humanos, não gostei e tranquei. 
20 – Sou carinhosa 
21 – Adoro ter amigos por perto 
22 – As vezes choro de tanto dar risada 
23 – Não gosto de filmes de terror (Não durmo depois rs) 
24 – Sou divertida
25 – Comunicativa, falo sobre tudo, quando converso com pessoas que são “cabeça dura”, prefiro ficar na minha, mas, deixo claro meu ponto de vista!
26 – Já andei muito de preto no sol de 40°
27 – Música árabe, rock e seus derivados, clássica, pop, zouk e até céltica (depende do meu humor), compõe minha lista de reprodução
28 – Sou teimosa
29 – Me coloco nos lugares das pessoas 
30 – Documentários sobre estrelas, me fascinam 
31 – Falo sozinha 
32 – Tenho uma imaginação que me assusta 
33 – Adoro estar com a família
34 – Indecisa às vezes
35 – Rígida comigo mesma
36 – Sim, sou preguiçosa 
37 – Mas adoro lavar roupa 
38 – Não gosto de sol
39 – Ainda quero fazer tatuagens
40 – As vezes sou calma demais 
41 – Não queira me ver irritada
42 – Gosto de ler 
43 – Procuro ser melhor a cada dia 
44 – Inverno, melhor estação do ano! 
45 – Sou dedicada em tudo o que faço 
46 – Sou chorona 
47 – Sonhadora 
48 – Sou uma boa amiga, pode contar comigo pra tudo! 
49 – Sou criativa 
50 – Procuro viver cada momento, porém, sempre pensando nas conseqüências.

Será que esqueci de mais alguma coisa? 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Reclame!

Não é reclamar sobre vida ou com qualquer coisa que te incomode.

"Reclame" é o nome do programa transmitido pela  Multishow, o programa no qual assisto há muito tempo, e me fascino com tudo que vejo nele, tem duração de apenas 15 minutinhos, porém trás muita informação do mundo publicitário.

Isso mesmo galera, o "Reclame" mostra tudo que há nos bastidores do mundo publicitário. Publicidade brasileira!

Lá você vai encontrar: Entrevistas com profissionais da área, making of das mais relevantes campanhas publicitárias, os filmes em maior destaque, além da cobertura dos eventos mais importantes do universo publicitário.

Olhem o vídeo para vocês terem uma prévia e se gostarem, visitem o site.







 Site  http://www.programareclame.com.br/

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ecologicamente correto?





Não, não é ecologicamente correto. Uma coisa pra ser correta tem que ser correto por completo. 
Hoje em dia se vê muitas empresas adotando esse "marketing", mas se você for analisar os fatos, não é ECOLOGICAMENTE CORRETO.

Por exemplo, as sacolas de plástico, são ecologicamente corretas? Não.  Daí inventaram a de papel reciclado, porém, isso não vai deixar de atingir a natureza de qualquer forma, pois, leva todo um processo: Como se fábrica, as máquinas, o transporte para leva-las até o lugar destino etc...

Pede pra Wolksvagem serem ecologicamente corretos, ele nunca mais vão vender carros.

Pra sermos ecologicamente corretos todos deveriam viver como índios, pelados, comendo coisas da natureza e plantando mais árvores, não andar de carro, e um monte de coisa que essas pessoas fazem, isso é ser ecologicamente correto.

Você pode fazer coisas que não agridam tanto a natureza, mas ser ecologicamente correto? Só nascendo de novo ou então vire um índio!

Tudo na natureza tem um ciclo mas o ser humano é o único ser que não se adapta à ele, ele faz a natureza se adaptar ao que ele criou e por essa razão o impacto ambiental.

Democracia?





Por que não acabaram com a violência?
Por que não legalizaram a maconha?
Por que não acabaram com a corrupção?
Por que não aumentaram meu salário?
Por que não arrumaram os hospitais que estão em estado de calamidade em nosso país?
Por que minha cidade parece uma peneira?
Por que não construíram mais casas para os pobres?
Por que não cortaram os impostos?
Por que não me perguntaram o que eu queria?
Por que? Por que? Por que?

Bom, pelo menos legalizaram a união Gay! (Isso mudou muito minha vida)

Acordem!!! Antes que comecem a armar os ladrões (isso já vem acontecendo)

Por Chrisian e Mikhail http://caminhelivre.wordpress.com/